Marlene Barros Ribeiro, artista brasileira, nascida na cidade de Bacurituba, no estado do Maranhão, reside na capital São Luís, é uma artista cujas obras buscam algumas vezes revelar como as nossas idéias de ser mulher e mesmo a feminilidade são construídas socialmente. E em outras vezes persegue a idéia da feminilidade como uma máscara, ou mesmo um conjunto de poses adotadas por mulheres a fim de se conformarem ás expectativas da sociedade sobre o ser mulher. Além disso, deixa transparecer toda uma sensibilidade feminina que destaca a sensualidade. Tendo também uma preocupação com o corpo e sua anatomia, e com materiais semelhantes ao corpo.
Bebendo na fonte de clássicos como Rodin e Miguel Ângelo, procura dar uma linguagem contemporânea a sua obra, através do uso de materiais diversos, como mármore sitético, pedra, ferro, cerâmica e materias efêmeros, como tecidos, papeis e etc. buscando sempre novos rumos em um caminho tantas vezes percorrido por outros artistas. Procurando principalmente provocar questionamentos em quem observa a sua arte.
Formada em Desenho Industrial pela universidade Federal do Maranhão/UFMA, onde hoje trabalha como programadora cultural, Marlene Barros vem de uma Família de Artistas, sendo João Ewerton e Fernando Mendonça, seus irmãos pintores e sua mãe Maria Mendonça que trabalha confeccionando bonecas de pano.
Em 1981 realiza sua primeira exposição individual na Galeria Universitária do Solar Nazeu Quadro, tendo como tema as mulheres de Bacurituba.
Em 1988 participa do Salão dos novos em São Luís, promovido pelo Centro de Arte Japiaçu, juntamente com seus irmãos, que em seguida tomam caminhos diversos.
1991 a 1995 – participa da Coletiva de Maio, convento das Mercês e da coletiva São Luís e seus artistas.
1995 - Participou da confecção do painel comemorativo da visita do Papa João Paulo II a São Luís em e da confecção do painel da mulher, na praça Maria Aragão em São Luís/MA.
Recebeu o prêmio da listel, tendo sua obra publicada na capa da lista telefônica do Maranhão em 92, 93 e 98.
1993 – Participa do Dynamic Encounters Internacional Art workshops
Local: Londres- Inglaterra
1997 – Mostra contemporânea de Artistas Maranhenses
Local: Casa de Cultura da América Latina, UNB – Brasília/DF
2000 – Prêmio Rádio Universidade de Melhor Exposição do Ano, São Luís/MA
2000 – Curso de noções de Máscaras Venezianas, Atelier de Augustinho Dessé,
Local Florênça/Itália.
2001 – Mostra Brasil + 500 – Comemorativa do Descobrimento do Brasil
Local: Convento das Mercês/MA, com a obra Genocídio, confeccionada com bonecas de pano, falando do trecho da carta de pero Vaz Caminha, que se refere a nudez dos índios brasileiros e a sua cor parda.
2001 – Exposição “Pinte o Brasil dos seus sonhos ”Promovido pela ADESG do Brasil.
Local : Metrô do Rio de Janeiro/RJ
2003 – Exposição coletiva “aísthesis”- galeria do SESC/MA, com a obra "Rastros"
1989 – Exposição Individual “Coisa de Mulher”, tendo como tema a vaidade, a sedução, a maternidade e outras questões ligadas a feminilidade.
Local : Palacete Gentil Braga – UFMA/São Luís/MA
1999 – Exposição Individual “Noves Fora”, Tema desenvolvido, a virada do século.
Local: Palacete Gentil Braga/São Luís/MA
2000 – Exposição Individual “Só entre Nós” Tema desenvolvido a solidão, não o estado miserável de estar só, mas a soberania do ser só.
Local Palacete Gentil Braga.
2004 – curso de Arte Contemporânea na América Latina com Prof. Kevim Power/Londres
Local: Dragão do Mar – Fortaleza/CE
2004 – Curso: Da escultura a instalação, Prof. Paulo Sérgio Duarte/Rio de Janeiro
Local: Atelier Livre/ Porto Alegre/RG
2005 – Exposição individual “Singular Plural” Tema desenvolvido, ainda a individualidade,
Mas dentro de uma questão universal.
Local: Museu Histórico e Artístico da Maranhão
2007 – Exposição Individual “ Enigma do Olhar” Desenvolvido especialmente para deficiêntes visuais.
Local: Galeria do SESC/São Luís / MA
2007 – Exposição coletiva - Artistas brasileiros /Escultores
Salão Negro do Palácio do Congresso Nacional em Brasília/DF
(Pinche las obras para obtener una mejor imagen)
Asa de Prego
Mármol sintético
50 x 25 cm
Gravidez
Mármol sintético
31 x 30 cm
Somos nosotros
Mármol sintético
40 x 51 cm
Tenho sua cara seu sorriso seu olhar seu cabelo mas nao sou voce
Mármol sintético
30 x 110 cm
domingo, 4 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Clarice...Clara....Clarividente...
Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade… Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram… Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector
Obrigada minha sobrinha Mariana, por esse texto belissimo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade… Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram… Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector
Obrigada minha sobrinha Mariana, por esse texto belissimo.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
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